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Quando haverá paz?

Quando haverá paz? Nossa Senhora Menina

No final de março surgiu uma nova esperança para o processo de paz na Palestina. Os chefes de estado e de governo da liga Árabe reunidos em Rad, capital da Arábia Saudita, na conferência da Liga Árabe, aprovaram, sem mudanças, a iniciativa de paz oferecida pela primeira vez a Israel em 2002. O documento propõe a normalização das relações de todos os países árabes com Israel em troca da retirada israelense dos territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e a criação de um estado palestino. 

O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, já havia sinalizado que o documento pode ser um ponto de partida para negociações de um processo de paz, mas a ministra do Exterior de Israel, Tzip Livni, apontou alguns pontos propostos dos quais o país discorda. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse que se a iniciativa árabe não for destruída é possível que não haja outra oportunidade como esta no futuro. 

Analistas não acreditam que a cúpula resulte em mudanças significativas, mas o fato de a Arábia Saudita, um dos países mais poderosos da região, estar trabalhando de forma mais ativa pro melhoras atrai grande interesse internacional.
O problema é antigo. Data de 1947, quando as potências européias, vitoriosas na Segunda Guerra Mundial redesenharam os limites do território palestino, criando o estado de Israel. Os palestinos da noite para o dia tornaram-se refugiados dentro do próprio país. Os judeus, por outro lado, migravam para a região fugindo da Europa nazista. A partilha da região gerou conflitos no Oriente Médio, que a cada ano se renovam sem perspectivas de acabar. Por representar uma área de instabilidade, há que se diferenciar os diversos conflitos existentes no Oriente Médio. Israel teve recentes desavenças com o Hezbollah, um braço do governo Libanês, que reivindicava a libertação de dois soldados libaneses seqüestrados por soldados israelenses. Com os palestinos, a questão é meramente territorial. Israel defende ferozmente as aquisições territoriais originalmente dos árabes: Cisjordânia, Faixa de Gaza, Colinas de Gola e o próprio sul do Líbano. As tensões aumentam quando um muro, conhecido como “Muro da Vergonha”, começou a ser construído por Israel para impor os limites territoriais. 

A solução para acabar com essa guerra sem fim é fazer um novo desenho do Oriente Médio, para que cada um dos povos encontre sua identidade. Um dos entusiastas do projeto foi Yasser Arafat, chefe da OLP (Organização pela Libertação Palestina), que morreu em 2004 e levou com ele muitas possibilidades de paz. 

Bandeira Branca
O mapa representa a iniciativa mais recente para acabar com o conflito Israel-Palestina, oferecida pela Liga Árabe, a aprtir de uma proposta chamada de "apenas uma solução".

O gráfico mostra o número de refugiados em 1948, 1967 e atualmente, na região, a população de Israel e os palestinos fixados no território que engloba a Faixa de Gaza e Jerusalém, centro dos conflitos.




10 COISAS QUE VOCÊ PRESICA SABER

1. No final de março, chefes de estado e de governo da liga árabe, aprovaram, sem mudanças, a iniciativa de paz que ofereceram pela primeira vez em Israel em 2002. 

2. O documento propõe a normalização das relações de todos os países árabes com Israel em troca da retirada israelense dos territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e a criação de um estado palestino. 

3. Analistas não acreditam que a cúpula resulte em mudanças significativas. 

4. O problema data de 1967, quando as potências européias, vitoriosas na Segunda Guerra Mundial, redesenharam os limites do território palestino, criando o estado de Israel. 

5. Os palestinos tornaram-se refugiados dentro do próprio país e os judeus migravam para a região, fugindo da Europa nazista. 

6. Por representar uma área de instabilidade, há diversos conflitos diferentes no oriente médio. 

7. Israel teve recentes desavenças com o Hesbollah, um braço do governo libanês, que reivindicava a libertação de dois soldados libaneses seq6uestrados pro soldados israelenses. 

8. Com os palestinos, a questão é territorial. Israel defende as aquisições territoriais originalmente dos árabes: Cisjordânia, Faixa de Gaza, Colinas de Golã e o próprio sul do Líbano. 

9. A solução para acabar com a Guerra é um novo desenho do Oriente Médio, para que cada povo encontre sua identidade. 

10. Um dos entusiastas do projeto foi Yasser Arafat, chefe da OLP (Organização pela Libertação da Palestina).
 

 

Entrevista com Sheik Jihad Hassan Hammadeh
“Não haverá paz a curto prazo”



Representante da Comunidade Islâmica no Brasil diz que plano de paz na Palestina deve partir do próprio povo para dar certo

Para o Sheik Jihad Hassan Hammadeh, vice-presi-dente da Assembleia Mundial da Juventude Islâmica, a interferência dos EUA mantém acesa a fogueira da guerra

Galileu Vestibular - Há uma guerra civil estabelecida na Palestina?
Jihad - Não. Há uma guerra militar declarada, porque é um exército judeu contra um povo palestino. Quem tem aviões, exército, organização institucional e governo é Israel. Não há um país para os palestinos, não há constituição, nem estado soberano. Na realidade, ela não é oficial, tampouco reconhecida.

GV - E como o senhor analisa a interferência dos EUA?
Jihad - Prejudicial. É o que deixa acesa a fogueira da guerra. Apesar de superficialmente parecer que eles estão querendo paz, são eles quem vendem armas. Eles precisam fabricar guerras.

GV - O problema da Palestina é apenas territorial?
Jihad - Sim. Se fosse reiigioso, deveria haver conflitos antes da invasão da Palestina. Os muçulmanos defenderam os judeus e os cristão ortodoxos das cruzadas. O conflito não é milenar.

GV - O senhor acredita que um dia haverá paz?
Jihad - Pode até haver prováveis longos ou médios armistícios. Paz, só se houver justiça. Nenhum povo vai aceitar ser injustiçado. Por isso tem que haver um plano de paz que emane do próprio povo.


Para ler:
"A Formação de Israel e a Questão Palestina", Silvia Szterling. Ática
"Oriente Médio e a Questão Palestina", Nelson Bacic Olic e Beatriz Canepa. Moderna
"Retratos de uma Guerra", de Ariel Finguerman. Globo

Para navegar:
www.www.ricardocosta.com/pub/palestina.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Palestinian_ National_Authority
http://en.wikipedia.org/wiki/lsrael
http://brasilia.mfa.gov.il/mfm/web/main/mis-sionhome.asp?MissionlD=8&


Fonte: _____________. Quando haverá paz? Especial Vestibular, São Paulo, 72 - 73, abril, 2007.


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